Basquete e vôlei retornam às quadras e jovens do jiu-jítsu e paraesporte colecionam títulos em 2026
Por Yan Tavares
Marco|Basquete de Campos voltou às quadras (Fotos: Divulgação)
O esporte de Campos vive um momento especial. Em 2026, a cidade voltou a ter times de basquete e vôlei, jogando competições estaduais. No futebol, o Americano conquistou o acesso à elite do Campeonato Carioca. Jovens atletas vêm conquistando medalhas importantes no jiu-jitsu. O Paraesporte, segue consolidado como uma grande referência e levou o Brasil ao título da Copa do Mundo Unificada.
As boas histórias começaram em fevereiro, quando a equipe infantil de jiu-jitsu comandada pelo atleta e professor Bruno Sales dominou o segundo maior campeonato do esporte no Brasil. No Campeonato Sul-Americano de Jiu-Jitsu – Crianças 2026, Victor Hugo Velemem conquistou medalha de ouro, Maria Júlia do Rosário ficou com uma prata e Rebeca Velemem trouxe uma medalha de bronze para casa.
Em agosto, mais conquistas. Desta vez, todas de ouro. Rebeca Vellemem, Nicollas Venicio e Sarah Vitória Viana foram campeões em suas categorias. A equipe comandada por Bruno Sales coleciona conquistas representando a cidade, de forma independente. O projeto social funciona na academia do lutador, sem nenhum tipo de incentivo ou apoio público.
O esporte de Campos vive um momento especial. Em 2026, a cidade voltou a ter times de basquete e vôlei, jogando competições estaduais. No futebol, o Americano conquistou o acesso à elite do Campeonato Carioca. Jovens atletas vêm conquistando medalhas importantes no jiu-jitsu. O Paraesporte, segue consolidado como uma grande referência e levou o Brasil ao título da Copa do Mundo Unificada.
As boas histórias começaram em fevereiro, quando a equipe infantil de jiu-jitsu comandada pelo atleta e professor Bruno Sales dominou o segundo maior campeonato do esporte no Brasil. No Campeonato Sul-Americano de Jiu-Jitsu – Crianças 2026, Victor Hugo Velemem conquistou medalha de ouro, Maria Júlia do Rosário ficou com uma prata e Rebeca Velemem trouxe uma medalha de bronze para casa.
Em agosto, mais conquistas. Desta vez, todas de ouro. Rebeca Vellemem, Nicollas Venicio e Sarah Vitória Viana foram campeões em suas categorias. A equipe comandada por Bruno Sales coleciona conquistas representando a cidade, de forma independente. O projeto social funciona na academia do lutador, sem nenhum tipo de incentivo ou apoio público.

Basquete
Em abril deste ano, outra iniciativa independente chegou como um marco no esporte campista. A ONG Nação Basquete de Rua (NBR) resgatou e colocou de volta o basquete da cidade nas quadras, após 15 anos. A equipe disputa o Campeonato Estadual Masculino de Basquete Sub-22 e, na próxima segunda-feira (19), o último jogo da fase classificatória, contra o Fluminense. O NBR Campos está em segundo lugar na tabela para disputar a Série Prata do torneio. As partidas em casa estão sendo disputadas no ginásio da Fundação Municipal de Esportes (FME).
“A NBR também nasceu em 2006, com o basquete de rua, mas hoje é uma ferramenta de educação. É uma organização que visa trabalhar com processos educacionais, formativos e de desenvolvimento de territórios, comunidades e periferias. Hoje, estamos presentes em dez cidades do estado do Rio de Janeiro e temos parcerias bastante relevantes, financiadas com apoio de cooperação técnica, também junto à ONU e à Fiocruz, entre outras instituições”, comenta Lebron Victor, fundador e presidente da ONG.
Paraesporte
Funcionando na UENF, o Paraesporte Campos segue como uma referência não só na cidade. Trata-se do maior projeto para pessoas com deficiência do país. Em julho, a Seleção Brasileira de Futebol Unificado, formada integralmente por atletas do Paraesporte, foi campeã invicta da III Copa do Mundo de Futebol Unificado da Special Olympics em Paris, na França. O projeto chegou a funcionar na FME entre 2017 e 2020, mas hoje não conta com o apoio do poder público municipal.

Salto|Vôlei disputa dois campeonatos
Vôlei
Outro esporte que voltou às atividades no município neste ano foi o vôlei. Após 12 anos de ausência, Campos voltou a disputar uma competição no esporte, no mês de setembro. O Vôlei Campos está jogando a Taça-Rio Sub-21 e vai disputar as semifinais. No dia 24 de outubro, a equipe adulta inicia sua caminhada na Superliga C. Se conseguir avançar, o time traz a fase regional do torneio para Campos.
A iniciativa também é independente. Ela partiu do atleta Paulo Vitor, campista que disputou o estadual há 15 anos. “Apesar de ter o nome da cidade, a Prefeitura só ajuda cedendo o ginásio para treinos e jogos, três vezes por semana, enquanto as equipes do Rio treinam todos os dias, algumas até em dois períodos. Tive a ideia pela vontade de ver o esporte ressurgir na cidade. Para fazer acontecer, contamos com o apoio de algumas empresas e ajuda de amigos. Estamos lutando para quem sabe no ano que vem, conseguir entrar na Lei do Incentivo ao Esporte”, comenta Paulo Vitor.
Vôlei
Outro esporte que voltou às atividades no município neste ano foi o vôlei. Após 12 anos de ausência, Campos voltou a disputar uma competição no esporte, no mês de setembro. O Vôlei Campos está jogando a Taça-Rio Sub-21 e vai disputar as semifinais. No dia 24 de outubro, a equipe adulta inicia sua caminhada na Superliga C. Se conseguir avançar, o time traz a fase regional do torneio para Campos.
A iniciativa também é independente. Ela partiu do atleta Paulo Vitor, campista que disputou o estadual há 15 anos. “Apesar de ter o nome da cidade, a Prefeitura só ajuda cedendo o ginásio para treinos e jogos, três vezes por semana, enquanto as equipes do Rio treinam todos os dias, algumas até em dois períodos. Tive a ideia pela vontade de ver o esporte ressurgir na cidade. Para fazer acontecer, contamos com o apoio de algumas empresas e ajuda de amigos. Estamos lutando para quem sabe no ano que vem, conseguir entrar na Lei do Incentivo ao Esporte”, comenta Paulo Vitor.

Ouro|Ana Lívia conquistou ouro em torneio recente
Mais história no jiu-jitsu
Para além da equipe comandada por Bruno Sales, Campos tem mais atletas fazendo história no jiu-jitsu. Aos 12 anos, Olívia Calil conquistou o ouro no Vitória Open, em agosto. Um mês depois, venceu a Liga Interestadual de Jiu-Jitsu, em Bom Jesus. Em 2025, ela já havia sido campeã do Ranking da Liga Interestadual de Jiu-Jitsu. Além da família, a jovem atleta conta com o apoio de empresas privadas para seguir trilhando um caminho vitorioso no esporte.
Mais história no jiu-jitsu
Para além da equipe comandada por Bruno Sales, Campos tem mais atletas fazendo história no jiu-jitsu. Aos 12 anos, Olívia Calil conquistou o ouro no Vitória Open, em agosto. Um mês depois, venceu a Liga Interestadual de Jiu-Jitsu, em Bom Jesus. Em 2025, ela já havia sido campeã do Ranking da Liga Interestadual de Jiu-Jitsu. Além da família, a jovem atleta conta com o apoio de empresas privadas para seguir trilhando um caminho vitorioso no esporte.
Fonte:J3News


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